No texto desse dia as autoras escreviam sempre "meninos e meninas" para se referir às crianças.... mas eu já escrevia assim, mesmo antes de o ler, sempre que eu ia me referi à vocês visitantes... daí fiquei receosa de iniciar esta postagem com "meninos e meninas" e aí vocês pensarem que eu já estava falando do texto... Hum... já sei!
Vou começar com um contexto mais voltado para as artes cênicas e assim tentar colocar melhor algumas idéias que o texto apresenta... ok?!
Então... VAMOS AO TEATRO!
Bom, quando um ator tem que representar um personagem, seja ele épico ou mais atual, folclórico ou qualquer outro, o que se espera para seu melhor desenvolvimento é que este se empenhe em fazer o que chamamos de "laboratório".
O laboratório é o momento de contato do ator com o conteúdo e todo o contexto do tema/personagem que ele recebeu e terá de representar na peça. Neste momento o ator deve recorrer à materiais como livros, revistas, vídeos, pessoas e ambientes que simulem ou que realmente façam parte da construção do que se deseja (o “personagem designado”). Por exemplo: Se o personagem for de um soldado que estará em guerra na peça, o ideal é que o ator busque filmes, fotografias com expressões e figurino de um soldado em guerra etc, para assim melhor construir “apartir de”.
Não será uma mera reprodução, já que os contextos serão diferentes (definidos pelo roteiro teatral). No entanto torna-se muito mais fácil ele assimilar as características necessárias para a sua apresentação quando há essa utilização de recursos disponíveis... Logo, não preciso nem dizer que se ele já estiver protagonizado( seja no cenário artístico ou em seu cotidiano) o tema escolhido pelo escritor da peça, será muito mais fácil fazer as representações e poderá inclusive colaborar para enriquecer o texto e contextos.
Talvez você esteja se perguntando: "Hum... mas e daí?! Cadê o texto que foi discutido em aula?!" . .. calma... Eu apenas o assimiliei com este exemplo do teatro... pois as autoras Ana Teberosky e Núria Ribera em "CONTEXTOS DE ALFABETIZAÇÃO NA AULA", comentam sobre uma necessidade que identifiquei como comum às 2 situações (“teatro” e “Contextos de Alfabetização”) a idéia do "Laboratório" como instrumento contribuinte para alcançarem êxito. Ainda que as autoras não tenham utilizados este termo, eu logo o assimilei à minha compreensão.
As autoras afirmam um avanço, descrito como "mudança radical", a alteração na visão da educação infantil (inicial).
Acreditava-se em um período preparatório para a alfabetização, pensava-se que essa só se iniciaria nos anos seguintes ao seu ingresso na escola. Consideravam que meninos e meninas não possuiam conhecimento algum sobre a linguagem escrita. Tal pensamento perdurou por muito tempo, no entanto a autora expõe que houve sim um avanço nas concepções e possibilidades de estratégias para a alfabetização devido também à abolição desses pensamentos.
Partindo de linhas de pensamento construtivista e sócioconstrutivista, onde esses seriam, respectivamente, quando a criança produziria seu conhecimento com noções sobre a escrita a partir de suas observações e experiências com o ambiente familiar e mundo que a cerca e quando o ambiente familiar lhe ofereceria os suportes da linguagem escrita, tal como: livros, revistas, adultos leitores/escritores que interagem com as crianças, enfim contextos que já familiarizam a criança com textos em seus suportes originais.
Assim, ao expôr que a realidade que cerca a criança como colaboradora no processo de alfabetização eficaz e completo, encontro esta semelhança com o “laboratório” que os atores fazem para seu objetivo ser alacançado com grande e possível êxito.
Apenas alcançar uma alfabetização baseada em grafias como objetos e não possibilitar/incitar o vislumbre dessas como detentores de significados e possibilidades de diferentes funções de acordo com sua disposição, suportes, formas etc, não teria o aproveitamento total do que a linguagem escrita pode oferecer.
As autoras destacam algumas ações e meios que contribuem como “contextos de aprendizagem”. Tais destaques são por ela destrinchados para apresentar ao leitor o quanto pode ser enriquecedor tais práticas e consequentemente consientiza adultos quantoà importância que eles podem ter nestes contextos. Contextos como o da criança observar os adultos em suas práticas de leitura e escrita, ouví-los em leituras em voz alta, escrver o que a criança dita e simultâneamente à esta escrita reproduzí-la em voz alta também (como quando se escreve uma cartinha para “papai Noel”, ou um bilheteinho para alguém etc.), interagir sobre o que se está lendo à criança e sempre procurar respondê-la quando solicitado, memorização de músicas como meio de se provocar na criança a capacidade de construir/reproduzir textos longos, etc.
No entanto, análises quanto ao que seria o “ambiente ótimo” para incentivar a construção de conhecimentos sobre a escrita, apresenta que esse estaria ligado à condição social, pois a disponibilidade de recursos de materiais escritos, presença de leitores e adultos sensíveis à essa construção, como requer o sócioconstrutivismo, só coincinde com a condição social de pais da classe média e seu envolvimento com tais práticas. O que não impede que crianças em ambiente sem os mesmos estimulantes que a classe citada não sejam capazes de criar seus próprios conhecimentos e noções sobre a linguagem escrita. O construtivismo ocorrerá pela capacidade cognitiva os seres e as crinaças estão em contato com um “mundo letrado”, mesmo em seu ambiente familiar. Suportes para os textos escritos são diverso, tais como rótulos de produtos, manuais de instruções, cartazes, propagandas etc, e sua disposição no cotidiano das crianças podem ser independente da condição social, logo pode-se afirmar junto à experiências de cada indivíduo que há construção de noções e conhecimentos sobre a linguagem escrita.
Essa diversidade de contextos e capacidades cognitivas nos arremetem à encarar nossos educandos como grandes protagonistas em potencial e que seu desempenho será cada vez melhor enquanto compreenderem qual é o objetivo à ser alcançado pelo “texto da peça” e como esse é ricamente constituído e possível de estar presente sempre que for novamente requisitado. A importância da percepção dessa ampla forma de constituir um personagem contextualizado com o tema e enredo, se assemelha à importância de disponibilização de contextos que ajudem a educação infantil à perceber que o “laboratório” quanto à alfabetização dos pequenos artistas já começou mesmo antes de entrarem em cena na escola formal. Pois suas experiências e noções de escrita junto à disponibilização de textos, contextos e mediações pertinentes de educadores e pais, culminará no tempo exato o “ESPETÁCULO DA ALFABETIZAÇÃO”!
Deus abençoe a todos.
Bjs, Roberta Canêjo.
terça-feira, 30 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
O início.... de que mesmo?

Meninos e meninas ...
Na aula do dia 28 de Maio, discutimos o texto "Contextos de Alfabetização na Aula" por Ana Teberosky e Núria Ribera.
Nessa aula uma atividade diferente foi proposta, envolvendo autilização de meios de comunicação de áudio e/ou áudio visual. Onde o tema abordado neste texto e no da próxima aula, será o tema à ser comunicado nessa produção interativa. Por isso só postarei reflexões sobre os textos ao finalizarmos tal atividade.
Logo, serão necessários: empenho e dedicação no aprendizado e desenvolvimento no uso das tecnologias também favoráveis à explanação de conteúdos e aprendizados.
Então... espere nossos grupos se organizarem e produzirem...SERÁ O INÍCIO DO MAIS NOVO.... ih... eu não posso dizer agora... ele nem foi feito ainda!
Aguardem...
Meninos e meninas, Deus os abençoe Rica e Abundantemente!
Roberta Canêjo
Obs.: Poxa.... ainda não foi dessa vez que vou postar sobre o final da atividade com o texto “Oralidade e Escrita”... Esperem só mais um pouquinho, please! Ainda não recebi o meu questionário de volta.
Oralidade e Escrita

Meninos e meninas presentes na platéia do meu blogg... desculpem a demora nas postagens sobre as últimas aulas...
Poxa... ainda que às vezes seja cansativo escrever por aqui e lhes informar um pouquinho do que rolou em nossos encontros semanais, confesso que gosto disso tudo.... pois como profissional da educação, em formação, fico feliz em poder transmitir algo de útil e interessante!
Bom meninos, toda esta dificuldade que rola, às vezes, para eu escrever os conhecimentos que construímos/analisamos juntos em sala, deve-se à esta diferença na estruturação da escrita e da fala. Já que, entre falar e escrever, eu sou muito mais “a favor” de falar... pois... é engraçado... parece que é mais fácil mesmo você falar algo do que tentar descrever o mesmo conteúdo através da escrita. E foi sobre esta diferença que discutimos na aula do dia 14 de Maio, com o texto "Oralidade e Escrita: perspectivas para o ensino de língua materna" das autoras Leonor Fávero, Maria Lúcia Andrade e Zilda Aquino.
A discussão girou em torno da explanação das características da fala, ainda que com o título “Oralidade e Escrita”, o foco foi sobre “o que caracterizava a atividade da fala na oralidade”, a atividade conversacional mais específicamente. O professor propôs a divisão da turma em duplas para responderem um questionário sobre os principais pontos no texto que caracterizavam a oralidade e seus recursos para melhor compreensão dos participantes no processo conversacional.
O “espetáculo” não se resumiu apenas em um dia de nosso encontro, pois no decorrer da semana entregamos o questionário, que logo foram trocados e enviados aos demais que haviam entregado. Com o objetivo de analisarmos o questionário dos outros colegas começamos a difícil tarefa de direcionar os autores das respostas ao melhor modo de expôr através da escrita, os conhecimentos do texto. Esta análise ocorreu em sala no dia 21 de Maio.
A missão seguiu com o intuito de nos ensinar a analisar, incentivar e parabenizar as produções e melhor direcioná-los ao êxito. Difícil missão... mas enriquecedora... só falta recebermos nossos trabalhos corrigidos e refletimos sobre o mesmo e sobre nossas avaliações... pois é... daqui há pouquinho volto aqui e te digo no que deu tudo isso!
Abraços a todos, Deus os abençoe Rica e abundantemente!
Roberta Canêjo
Aula do dia 07 de Maio... ops... faltei!

Pois é... infelizmente não pude ir à esta aula, mas fiquei sabendo que destinada à apresentação desse instrumento da avaliação formativa, o blog como portifólio eletrônico. Neste encontro houve então esta explanação com os passos básicos para a elaboração do mesmo e de seus recursos/ferramentas para seus usuários.
Acredito que tal encontro fora bastante necessário, ainda que massante à alguns por já conhecerem tal estrutura e ferramenta, mas que não diminui tal importância de explanação.
Faz-se necessário reconhecer a importância de pequenas coisas em nosso meio, pois tais podem ser gigantes para outras pessoas... preservando assim a necessidade de explanações deste tipo de situação de suposta dificuldade, como a de construção de uma blogg por exemplo, manteremos vivas tais discussões "pequenas", possibilitando assim as chances de um dia alguém também nos expôr como enfrentar nossos possíveis vindouros gigantes.
Deus abençoe a todos!
Roberta Canêjo
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Mexa-se! Ou melhor... Mexam-se juntos!
Mexa-se em direção a eles...
Mexa com eles
Mexa-se com eles...
... Mas quem são eles?
Eu respondo:
São alunos, são livros, são teóricos,
São capacidades, são habilidades,
São responsabilidades...
São professores, são educadores, são alunos, são educandos...
Ah, lembrei!
... São PESSOAS...
Então... Pessoas, mexam-se juntas!
(Por Roberta Canêjo Monteiro)
Deus abençoe a todos Rica e abundantemente!
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Viabilizando os Processos da Leitura e da Escrita
Analisando o texto “PROCESSOS INICIAIS DE LEITURA E ESCRITA” por Rosineide Magalhães de Sousa, e isto em casa e durante o desenrolar da aula destinada à discussão do mesmo, no qual há relatos e análise de situações no cotidiano escolar (aprendizagem). Isso junto à registros e conclusões com prioridades e metodologias para o ensino inicial da leitura e da escrita para crianças de 6 anos.
O texto coloca como recurso para otimizar este período, a leitura de diversos gêneros textuais para as crianças, entre outros recursos. Esse, ao ser trabalhado, deve ter seus objetivos antes já definidos.
Os objetivos são imprescindíveis para a realização de qualquer atividade. Assim, deve-se SEMPRE trabalhar com objetivos e daí então pensar a melhor atividade que melhor me auxiliaria em alcançá-lo. Como exemplo:
* Objetivo: Desenvolver a compreensão na leitura; Desenvolver a interpretação; Passando pelo processo da leitura do texto no quadro ou cartaz. (idade: 5 - 6anos)
Atividade: Teatro. Com uma história de aventura escrita no quadro, o educador deverá ler a mesma e em seguida incentivar a turma a encenarem o que entenderam, simultaneamente ao período em que ocorrer novamente a leitura pelo educador representando respectivamente o momento em que a história estiver sendo narrada.
Obs.: Ao trabalhar a interpretação com expressões corporais e faciais a criança, procurando melhor traduzir o texto na encenação, demonstrará e se empenhará assim em desenvolver a interpretação de textos e compreensão da leitura
* Objetivo: Desenvolver a memorização; Reconhecer a ortografia das palavras.(5 – 6 anos)
Atividade: Jogo da memória. Confeccionar um jogo da memória onde as peças terão as grafias e a imagem da palavra referente em cada uma. Explicar a brincadeira e desenvolvê-la com a turma.
Obs.: O jogo ajuda a desenvolver a memorização junto à oportunidade de levar a criança a conhecer como é a ortografia das palavras.
* Objetivo: Desenvolver habilidades linguísticas e cognitivas Passando pelo processo de formação de novas palavras a partir de palavras identificadas. (6 anos)
Atividade: Palavras cruzadas indicadas pela ilustração da mesma e sua grafia faltando uma sílaba (à ser completada).
Obs.: Através de tal atividade trabalharão a escrita das palavras, ou seja, habilidade lingüística da escrita será também desenvolvidas e ao se intercruzarem na cruzadinha ajudarão na formação de novas palavras.
* Objetivo: Comparar textos novos com já conhecidos; Passando também pelo processo de memorização do texto oralmente.
Atividade: Trazer cantiga de roda “Atirei o pau no gato”em CD e escrevê-la no quadro, tocar, ouvir e cantar juntos aos educandos. Em seguida apresentar-lhes uma nova versão da mesma.
Música: Atirei o Pau no gato Versão: Não atirei o pau no gato
Atirei o pau no gato tô tô Não atirei o pau no gato tô tô
Mas o gato tô tô Porque isso sô sô
Não morreu reu reu Não se faz, faz, faz
Dona Chica cá O gatinho nhô, nhô
Admirou-se se É nosso amigo, gô, gô
Do berro, do berro que o gato deu: Não devemos, não devemos maltratar os animais
Miau !!!!!! Miau!!!!
Obs.: Ao cantarmos juntos a música popularmente conhecida por algumas vezes, também memorizarão o texto oralmente, além de poderem, com a nova versão da música, comparar um texto novo com um já conhecido.
* Objetivo: Distinguir a pronúncia de alguns sons da língua, tais como: t/d, f/v, p/b, q/g que são muito parecidos; Estimular a pronúncia clara dos sons; (6 anos )
Atividade: “Soletrando nos 30”. Os educandos terão 30 segundos para olharem a grafia das palavras escritas no quadro, em seguida deverão dar as costas para o quadro e pronunciar corretamente a palavra e a soletrar em. Gravuras das palavras estarão espalhadas pela sala.
Obs.: Como a atividade exige uma reflexão antes da pronúncia para a soletração, a fixação da forma correta será estimulada pelo desejo de alcançar êxito na brincadeira, junto ao incentivo à aquisição de conhecimentos quanto à utilização de letras que podem trazer confusão (g/q, f/v etc.)
*Objetivo: Perceber os sons da língua. Exercitando a identificação de sílabas iguais a partir dos sons. (5 anos)
Atividade: Cantar com os educando uma música de frase única, mas que será flexionada pelas alterações das vogais.
Obs.: Através da canção, as sílabas tornam-se iguais e notórias na pronúncia dos sons possíveis da língua, já que todas as vogais serão presente e pronunciadas.
Música: Laranjas e bananas
Artista: Xuxa Meneguel
Eu vou comer, comer, comer laranjas e bananas
A va camar, camar, camar, laranjas e bananas
E vê “quemer”, “quemer”, “quemer” lerenjes e benenes
I vi “quimir”, “quimir”, “quimir” lirinjis e bininis
O vo comor, comor, comor, loronjos o bononos
U vu cumur, cumur, cumur lurunjus bununus
Eu vou comer, comer, comer laranjas e bananas
Assim espero ter colaborado para aumentarmos nossas ferramentas nos processos de leitura e escrita.
Abraços a todos, até a próxima!
Deus os abençoe Rica e Abundantemente!
Roberta Canêjo
O texto coloca como recurso para otimizar este período, a leitura de diversos gêneros textuais para as crianças, entre outros recursos. Esse, ao ser trabalhado, deve ter seus objetivos antes já definidos.
Os objetivos são imprescindíveis para a realização de qualquer atividade. Assim, deve-se SEMPRE trabalhar com objetivos e daí então pensar a melhor atividade que melhor me auxiliaria em alcançá-lo. Como exemplo:
* Objetivo: Desenvolver a compreensão na leitura; Desenvolver a interpretação; Passando pelo processo da leitura do texto no quadro ou cartaz. (idade: 5 - 6anos)
Atividade: Teatro. Com uma história de aventura escrita no quadro, o educador deverá ler a mesma e em seguida incentivar a turma a encenarem o que entenderam, simultaneamente ao período em que ocorrer novamente a leitura pelo educador representando respectivamente o momento em que a história estiver sendo narrada.
Obs.: Ao trabalhar a interpretação com expressões corporais e faciais a criança, procurando melhor traduzir o texto na encenação, demonstrará e se empenhará assim em desenvolver a interpretação de textos e compreensão da leitura
* Objetivo: Desenvolver a memorização; Reconhecer a ortografia das palavras.(5 – 6 anos)
Atividade: Jogo da memória. Confeccionar um jogo da memória onde as peças terão as grafias e a imagem da palavra referente em cada uma. Explicar a brincadeira e desenvolvê-la com a turma.
Obs.: O jogo ajuda a desenvolver a memorização junto à oportunidade de levar a criança a conhecer como é a ortografia das palavras.
* Objetivo: Desenvolver habilidades linguísticas e cognitivas Passando pelo processo de formação de novas palavras a partir de palavras identificadas. (6 anos)
Atividade: Palavras cruzadas indicadas pela ilustração da mesma e sua grafia faltando uma sílaba (à ser completada).
Obs.: Através de tal atividade trabalharão a escrita das palavras, ou seja, habilidade lingüística da escrita será também desenvolvidas e ao se intercruzarem na cruzadinha ajudarão na formação de novas palavras.
* Objetivo: Comparar textos novos com já conhecidos; Passando também pelo processo de memorização do texto oralmente.
Atividade: Trazer cantiga de roda “Atirei o pau no gato”em CD e escrevê-la no quadro, tocar, ouvir e cantar juntos aos educandos. Em seguida apresentar-lhes uma nova versão da mesma.
Música: Atirei o Pau no gato Versão: Não atirei o pau no gato
Atirei o pau no gato tô tô Não atirei o pau no gato tô tô
Mas o gato tô tô Porque isso sô sô
Não morreu reu reu Não se faz, faz, faz
Dona Chica cá O gatinho nhô, nhô
Admirou-se se É nosso amigo, gô, gô
Do berro, do berro que o gato deu: Não devemos, não devemos maltratar os animais
Miau !!!!!! Miau!!!!
Obs.: Ao cantarmos juntos a música popularmente conhecida por algumas vezes, também memorizarão o texto oralmente, além de poderem, com a nova versão da música, comparar um texto novo com um já conhecido.
* Objetivo: Distinguir a pronúncia de alguns sons da língua, tais como: t/d, f/v, p/b, q/g que são muito parecidos; Estimular a pronúncia clara dos sons; (6 anos )
Atividade: “Soletrando nos 30”. Os educandos terão 30 segundos para olharem a grafia das palavras escritas no quadro, em seguida deverão dar as costas para o quadro e pronunciar corretamente a palavra e a soletrar em. Gravuras das palavras estarão espalhadas pela sala.
Obs.: Como a atividade exige uma reflexão antes da pronúncia para a soletração, a fixação da forma correta será estimulada pelo desejo de alcançar êxito na brincadeira, junto ao incentivo à aquisição de conhecimentos quanto à utilização de letras que podem trazer confusão (g/q, f/v etc.)
*Objetivo: Perceber os sons da língua. Exercitando a identificação de sílabas iguais a partir dos sons. (5 anos)
Atividade: Cantar com os educando uma música de frase única, mas que será flexionada pelas alterações das vogais.
Obs.: Através da canção, as sílabas tornam-se iguais e notórias na pronúncia dos sons possíveis da língua, já que todas as vogais serão presente e pronunciadas.
Música: Laranjas e bananas
Artista: Xuxa Meneguel
Eu vou comer, comer, comer laranjas e bananas
A va camar, camar, camar, laranjas e bananas
E vê “quemer”, “quemer”, “quemer” lerenjes e benenes
I vi “quimir”, “quimir”, “quimir” lirinjis e bininis
O vo comor, comor, comor, loronjos o bononos
U vu cumur, cumur, cumur lurunjus bununus
Eu vou comer, comer, comer laranjas e bananas
Assim espero ter colaborado para aumentarmos nossas ferramentas nos processos de leitura e escrita.
Abraços a todos, até a próxima!
Deus os abençoe Rica e Abundantemente!
Roberta Canêjo
Gênero Textual é a mesma coisa que Tipo Textual?
Embora pareça ser tudo a mesma coisa, a princípio.... só parece, mas NÃO é!
Amantes ou não da língua portuguesa... venho lhes informar o que compreendi por Gênero Textual e Tipologia Textual.
Gênero textual é o que caracteriza a intenção do texto, tendo assim formas diversas para expressar o que pretendo informar, e esse meio pode ser em forma de uma carta, de um poema, um conto etc. Ao descrever a informação posso colocá-la da maneira mais adequada a como eu quero informar, posso descrever fatos/pessoas/situações, posso simplesmente narrar um acontecimento etc, e é a este tipo de descrição o qual escolho que chamarei de Tipo Textual.
Gênero textual pode ser: uma carta, conto, uma crônica etc .Já o Tipo Textual será por: narração, descrição, argumentação e etc...
Assim ao utilizarmos da escrita, escolhemos, consientemente ou não, um o gênero textual e o enredamos com o tipo textual que melhor atender nossos objetivos de comunicar/informar.
Não há regras que enquadrem/aprisionem tipo textual – gênero textual definitivos, há sim criatividade e possibilidades de estudá-los e uní-los das melhores e inúmeras maneiras possíveis em sua produção. Começe já!
Até a próxima!
Deus abençoe a TODOS Rica e abundantemente!
Roberta Canêjo
Sites utilizados em minha pesquisa:
http://www.gargantadaserpente.com/artigos/flavioalves5.shtmlv
http://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/textos/g00003.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gênero_textualhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gênero_textualv
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tipos_textuais
Amantes ou não da língua portuguesa... venho lhes informar o que compreendi por Gênero Textual e Tipologia Textual.
Gênero textual é o que caracteriza a intenção do texto, tendo assim formas diversas para expressar o que pretendo informar, e esse meio pode ser em forma de uma carta, de um poema, um conto etc. Ao descrever a informação posso colocá-la da maneira mais adequada a como eu quero informar, posso descrever fatos/pessoas/situações, posso simplesmente narrar um acontecimento etc, e é a este tipo de descrição o qual escolho que chamarei de Tipo Textual.
Gênero textual pode ser: uma carta, conto, uma crônica etc .Já o Tipo Textual será por: narração, descrição, argumentação e etc...
Assim ao utilizarmos da escrita, escolhemos, consientemente ou não, um o gênero textual e o enredamos com o tipo textual que melhor atender nossos objetivos de comunicar/informar.
Não há regras que enquadrem/aprisionem tipo textual – gênero textual definitivos, há sim criatividade e possibilidades de estudá-los e uní-los das melhores e inúmeras maneiras possíveis em sua produção. Começe já!
Até a próxima!
Deus abençoe a TODOS Rica e abundantemente!
Roberta Canêjo
Sites utilizados em minha pesquisa:
http://www.gargantadaserpente.com/artigos/flavioalves5.shtmlv
http://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/textos/g00003.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gênero_textualhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gênero_textualv
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tipos_textuais
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